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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Com fim da greve, governo vai tirar militares presos de Bangu 1

o governo do Rio de Janeiro anunciou nesta terça-feira, em nota oficial, que deve pedir amanhã à Justiça a transferência de policiais e bombeiros militares presos na penitenciária Bangu 1, na zona oeste da capital fluminense, para unidades prisionais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, onde continuarão a cumprir prisão preventiva.
As prisões foram efetuadas por causa da greve de policiais e bombeiros deflagrada no dia 9 de fevereiro e encerrada ontem. No dia seguinte ao início da paralisação, o comando da PM deteve 17 policiais - sete em flagrante por crime de desobediência e dez em cumprimento de mandado de prisão preventiva. Ao menos dez policiais militares cumprem pena em Bangu 1.
Segundo o governo, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Erir da Costa Filho, e o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões, entregarão as solicitações na manhã de quarta-feira à juíza Ana Paula Penna Barros.

A greve no Rio

A greve de policiais civis, militares e bombeiros do Rio de Janeiro começou no dia 9 de fevereiro e durou quatro dias. A opção pela paralisação foi ratificada em assembleia na Cinelândia, no Centro, que reuniu pelo menos 2 mil pessoas.
Dois dias depois, alegando falta de adesão, os policiais civis deixaram o movimento. A orientação dos grevistas era que apenas 30% dos policiais civis ficassem nas ruas durante a paralisação, mas o clima era de normalidade na maior parte do Estado.
Policiais e bombeiros exigiam piso salarial de R$ 3,5 mil. Atualmente, o salário base fica em torno de R$ 1,1 mil, fora as gratificações. Outra demanda dos grevistas é a libertação do cabo bombeiro Benevenuto Daciolo, detido administrativamente na noite de quarta-feira e com prisão preventiva decretada, acusado de incitar atos violentos durante a greve de policiais na Bahia.
A greve foi encerrada na noite de segunda-feira, após uma assembleia que durou cerca de duas horas na sede de um sindicato no Centro da capital fluminense. "A greve está suspensa e depois do Carnaval cada categoria vai convocar uma assemleia pra decidir o que fazer na sequência pra que esses homens sejam libertados", afirmou o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sinpol), Fernando Bandeira.

FONTE: noticias.terra.com.br 

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