Polícia Militar do Amazonas havia proibido o uso das mídias sociais. Medida afetou o trabalho da polícia em setores que utilizam a internet.
O comando da Polícia Militar do Amazonas divulgou na última sexta-feira (13) uma determinação que restringia o uso das redes sociais por policiais da corporação. Dentre as restrições estava a proibição do uso de símbolos, equipamentos, armamentos e fardamentos em publicações na internet.
A medida surpreendeu os policiais e foi tão severa que afetou o trabalho da própria corporação em setores como a comunicação social, que utiliza a internet como ferramenta para divulgar as ações da PM.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, o deputado Alcimar Maciel, presidente da Comissão de
Segurança não aprovou a medida. "Se qualquer tipo de policial for punido, baseado na nota atual, a Comissão de Segurança vai intervir dentro da situação, dar amparo ao policial militar, ao cidadão policial militar, porque ninguém pode cercear o direito dele de se expressar", afirmou.
Segurança não aprovou a medida. "Se qualquer tipo de policial for punido, baseado na nota atual, a Comissão de Segurança vai intervir dentro da situação, dar amparo ao policial militar, ao cidadão policial militar, porque ninguém pode cercear o direito dele de se expressar", afirmou.
Após reconhecer o equívoco, o comando da Polícia Militar do Amazonas decidiu voltar atrás na decisão nesta segunda-feira (16). A nota foi refeita e, desta vez, não há nenhuma proibição na utilização das mídias sociais, apenas uma observação para que elas sejam usadas com cautela. "A intenção é regulamentar a nossa atividade para que possamos utilizar as redes sociais da melhor forma possível", ressaltou o tenente coronel e assessor da PM, Euler Ribeiro.
g1.globo.com
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