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segunda-feira, 12 de março de 2012

Começa julgamento do ex-policial Jorge Abafador

Começou por volta das 11h a sessão de julgamento do ex-policial Jorge Luís Fernandes, o Jorge Abafador, no Tribunal do Juri, no Fórum Seabra Fagundes, dezoito anos depois do crime pelo qual é acusado, o assassinato do pistoleiro Lourival Guerreiro de Lima, o Assis Baixio.

O crime ocorreu em 19 de março de 1994 no município de Doutor Severiano. Nesta manhã, a primeira testemunha ouvida foi o advogado Cleto de Freitas Barreto. Ele solicitou à juíza Eliane Alves Marinho, que preside o juri, que fizesse a leitura de seu primeiro depoimento, constante nos autos do processo, e confirmou todas as informações.O advogado disse que foi chamado pela família para dar apoio à Assis, que se encontrava internado no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Segundo Cleto Barreto, Assis contou, no leito do hospital, que "na abordagem houve luta corporal e no meio da confusão ouviu o disparo, mas que não sabia quem havia atirado".  Cleto afirmou desconhecer, naquele momento, a vida pregressa do pistoleiro. "Conversamos apenas sobre a prisão e o ocorrido. Ele me contou que sabia de muita coisa na região"

Em depoimento à juíza, o então delegado regional lotado em Pau dos Ferros, Wellington Alves Pinto, disse que tomou conhecimento de que teria ocorrido reação à prisão e o disparo. Mas não sabe dizer porque a arma não foi periciada, após o dispara. A preocupação maior, segundo ele, era em prestar socorro à vítima.

"Nós nos informamos sumariamente, mas a preocupação era prestar socorro à vítima. Era muito difícil trabalhar naquela região. O povo temia esclarecer quando ocorria algum fato, daí da dificuldade", afirmou. Ele destacou que a vítima era uma pessoa temida, de alta periculosidade e que andava armado.

Questionado pela defesa, disse que já haviam ocorrido outras operações para prisão de Assis do Baixio, mas nenhuma com sucesso. O então delegado disse ter conhecimento pelo que "as pessoas falavam" da existência de "um sindicato do crime", que pessoas eram contratadas para matar e que Assis do Baixio liderava um grupo de extermínio. Os advogados de defesa tentam argumentar a legítima defesa.

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